Conheça as Soluções Cirúrgicas para Doença do Refluxo e Megaesôfago

Atualizado em: 06/05/2026.

O que é a Doença do Refluxo Gastroesofáfico?

A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), caracterizada por azia e regurgitação, é uma condição comum que se torna mais frequente com a idade e a obesidade. Com o tempo, os sintomas da DRGE tendem a piorar e, em alguns casos, podem evoluir para uma inflamação grave. O refluxo gastroesofágico ocorre quando a transição entre o esôfago e o estômago falha em evitar o refluxo. A presença de uma Hérnia de Hiato, frequentemente associada à DRGE, ocorre devido à abertura do diafragma, permitindo que uma parte do estômago migre para o tórax.

Diagnóstico

O diagnóstico da DRGE é baseado nos sintomas mais comuns, como azia, e geralmente é confirmado por meio de endoscopia digestiva alta (EDA). A pHmetria e a eletromanometria esofágica são importantes para avaliar a necessidade de intervenção cirúrgica.

Tratamento

A decisão de realizar um tratamento emergencial deve levar em consideração a falta de resposta ao tratamento clínico e a confirmação diagnóstica por meio de EDA, pHmetria e eletromanometria esofágica. A cirurgia videolaparoscópica é realizada por meio de cinco pequenas incisões abdominais e envolve a correção da Hérnia de Hiato e a criação de uma válvula antirrefluxo. Nesse procedimento, o estômago envolve o esôfago distal, comprimindo-o e impedindo o refluxo. A recuperação é geralmente rápida com a videolaparoscopia, permitindo o retorno precoce às atividades.

Pós-operatório

Normalmente, o paciente é alimentado no mesmo dia do procedimento e recebe alta hospitalar no dia seguinte, desde que aceita a dieta come, sem apresenta náuseas, vomita e pede ajuda sem ajuda. No momento da alta, além do receituário, o paciente recebe orientações pós-operatórias relacionadas à ferida cirúrgica, dieta e atividades terapêuticas. A evolução da dieta é o fator mais importante para a recuperação pós-cirúrgica. A orientação nutricional deve ser rigorosamente seguida, começando com uma dieta líquida e progredindo semanalmente até a liberação da dieta sólida, a fim de não comprometer os resultados pós-operatórios. Geralmente, a recuperação é gradual e progressiva, com o paciente se sentindo melhor a cada dia. Uma avaliação pós-cirúrgica é realizada duas semanas após o procedimento.

Megaesôfago e Acalasia

O Megaesôfago e Acalasia ocorrem devido à falta de coordenação de um músculo no esôfago distal, dificultando a passagem do alimento para o estômago. Ao longo do tempo, isso pode levar à dilatação do esôfago, manifestando-se como disfagia, a sensação de bloqueio do alimento na região do osso xifoide. Essa condição pode ser idiopática, chamada de Acalasia, ou ser causada pela Doença de Chagas. O diagnóstico é realizado por meio da eletromanometria esofágica, que revela a falta de coordenação do esfíncter localizado no esôfago distal. No caso da Doença de Chagas, a sorologia positiva revela que o paciente é portador dessa doença.

Tratamento

Em casos iniciais, o tratamento respiratório consiste na seção desse esfíncter, bem como da musculatura do esôfago e do estômago proximal, permitindo a passagem do alimento sem dificuldade. Nos casos mais avançados, a remoção do esôfago pode ser indicada. Todos os procedimentos são realizados por meio da videolaparoscopia, uma cirurgia minimamente invasiva que permite um período pós-operatório mais rápido.

Pós-operatório

Normalmente, o paciente é alimentado no mesmo dia do procedimento e recebe alta hospitalar no dia seguinte, desde que aceita a dieta come, sem apresenta náuseas, vomita e pede ajuda sem ajuda. No momento da alta, além do receituário, o paciente recebe orientações pós-operatórias relacionadas à ferida cirúrgica, dieta e atividades terapêuticas. A evolução da dieta é o fator mais importante para a recuperação pós-cirúrgica. A orientação nutricional deve ser rigorosamente seguida, começando com uma dieta líquida e progredindo semanalmente até a liberação da dieta sólida, a fim de não comprometer os resultados pós-operatórios. Geralmente, a recuperação é gradual e progressiva, com o paciente se sentindo melhor a cada dia. Uma avaliação pós-cirúrgica é realizada duas semanas após o procedimento.

Dr. Carlos Godinho

CRM: Nº 76.797/SP
RQE Nº: 41950 Cirurgia Geral
RQE Nº: 419501 Cirurgia Bariátrica
Sou graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos e fiz residência em Cirurgia Geral pela Faculdade de Medicina do ABC.

Sou Especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Bariátrica, tenho mais de 25 anos de atuação e mais de 2.500 bariátricas realizadas.
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